Hoje em dia, há uma tendência de classificar comportamentos normais da infância como distúrbios ou doenças: choro, sono agitado, irritação, alterações intestinais leves, etc.
Mas o que parece “problema” muitas vezes é parte do desenvolvimento natural da criança.
A pediatria humanizada busca entender o contexto, respeitar o tempo de amadurecimento e evitar intervenções desnecessárias. A AAP reforça que a medicalização excessiva pode trazer mais riscos do que benefícios a longo prazo.
A medicina antroposófica, que venho incorporando na minha prática, convida a olhar além dos sintomas — compreendendo o que o corpo está tentando expressar e buscando equilíbrio ao invés de silenciamento.